Implantação

O que precisamos da mina para começar

Nada que a operação já não gere. A diferença está em cruzar os dados, não em produzi-los de novo.

Dados de entrada

O que a sua operação já produz

Imprescindível

  • Sistema de coordenadas da mina (fuso UTM).
  • Projetos de curto prazo e sequência de fases em DXF.
  • Levantamentos as-built (drone, GPS ou scanner a laser) em DXF ou GeoTIFF.
  • Modelo de blocos com teor, densidade e NSR por bloco.
  • Tonelagem de alimentação da usina, medida de forma independente.

Aumenta a precisão

  • Amostras de controle de teor dos furos de desmonte, com seu QAQC.
  • Umidade dos levantamentos, para converter toneladas úmidas em secas.
  • Taxa de desconto e data de valoração, da Controladoria.
  • Declaração da base real ou nominal do price deck do modelo.

Amplia o escopo

  • Ciclos de frota e despacho, para rastrear material mal direcionado.
  • Throughput real da usina por turno.
  • Polígonos existentes de pilhas de estéril e de minério.
  • Histórico de períodos anteriores, para calibrar a linha de base mais rápido.

Antes de prometer reconciliação

Rodamos o teste de mensurabilidade sobre o seu modelo real. Se a área da fase mede poucos múltiplos do tamanho do bloco, avisamos antes de vender, não depois de instalar.

Integrações da implantação

Cada mina tem seus próprios sistemas. Estas conexões são integradas e configuradas como parte da implantação, conforme o que a operação já usa:

  • Diretório corporativo e SSO (Active Directory, Okta ou outro).
  • Sistema de despacho e gestão de frota.
  • SCADA ou historian da usina.
  • ERP e Controladoria.

Não são conectores de prateleira. Cada um é construído contra o sistema que a mina já tem, e seu esforço é dimensionado na implantação. Por isso o primeiro piloto começa só com arquivos.

Como os dados são integrados

Começa com arquivos, não com conectores

A primeira reconciliação não espera uma integração de sistemas. Ela é montada com arquivos que a mina já sabe exportar do software que usa. Isto é o que acontece, em ordem, e quem faz cada parte.

1

Define-se o escopo

Mina e Argus Mine

Escolhe-se uma fase da mina e fixa-se o seu sistema de coordenadas (fuso UTM). Começar por uma fase mantém o trabalho de dados delimitado.

2

Modelo de blocos

Geologia de recursos

É exportado em CSV com as colunas de um modelo de arquivo que a plataforma fornece: posição e tamanho do bloco, densidade, teores e NSR por bloco. É carregado uma vez por versão do modelo.

3

Projetos e levantamentos

Planejamento e Topografia

Os projetos de curto prazo em DXF e os levantamentos as-built em DXF ou GeoTIFF, por período. São enviados pela tela de carga de cada período.

4

Usina e premissas econômicas

Usina e Controladoria

A tonelagem de alimentação medida na usina é informada por período. A taxa de desconto e a data de valoração são configuradas uma vez.

5

Teste de mensurabilidade

Argus Mine

Antes de assumir compromisso com resultados, verifica-se, sobre o modelo real, que o avanço de cada período pode ser medido na resolução desse modelo.

6

Primeira reconciliação

Argus Mine

Reconcilia-se o histórico carregado e, a partir daí, cada novo período. O resultado sai em toneladas, em dólares e no visualizador 3D.

Se a mina tem grade control, as amostras de furos de desmonte entram em CSV com a sua marca de QAQC. As imagens de satélite ninguém precisa entregar: a plataforma as baixa de fontes públicas.

Onde o tempo realmente vai

Enviar um arquivo leva minutos. O que leva tempo é deixar os dados comparáveis entre si, e isso depende de como cada mina os mantém. É aqui que o trabalho se concentra:

Um único sistema de coordenadas. Projeto, topografia e modelo de blocos precisam chegar no mesmo fuso UTM antes de serem comparados.

O formato do modelo de blocos. Cada software de modelagem exporta à sua maneira. É preciso levá-lo às colunas do modelo de arquivo, com o NSR por bloco que a própria mina calculou.

Ritmos diferentes. Projeto e topografia nem sempre são atualizados juntos. Os períodos que trazem um e não o outro são lidos por fase, não um a um.

Uma medição de usina independente. Se a tonelagem da usina é calculada com a mesma geometria da mina, compará-las não diz nada. Ela precisa vir de uma medição real de alimentação.

O que falta é sinalizado, não preenchido. Uma premissa econômica ou um ensaio que não existe fica vazio e marcado. Completá-lo cabe à mina.

Por isso o prazo de cada implantação é estimado depois de revisar os dados daquela mina, e não antes.

Escopo honesto

O que a Argus Mine NÃO faz

Um produto de auditoria que exagera seu escopo não sobrevive à primeira revisão técnica. Estes limites são deliberados e convém conhecê-los antes de comparar com o seu modelo interno.

Não classifica recursos nem reservas

Medido, indicado e inferido — ou provado e provável — são responsabilidade do geólogo de recursos, no seu próprio software. A Argus Mine fornece a evidência de produção de que essa classificação precisa para se sustentar ao longo do tempo.

Não sub-bloqueia nem regulariza para SMU

O sub-celling e o re-bloqueio ao tamanho que o equipamento realmente consegue selecionar são aplicados ao construir o modelo, no software do cliente. A Argus Mine consome o modelo como ele chega.

Não calcula o NSR do zero

O NSR por bloco é um dado de entrada, calculado pelo seu software de modelagem com seu próprio price deck. A Argus Mine o agrega e o reconcilia contra o executado.

Não aplica diluição de contato empírica

Não há uma «pele» de X% calibrada pelo alcance do equipamento: a diluição sai da geometria real. Se a sua reconciliação usa um fator empírico, os números não vão coincidir — e essa diferença é informação.

Não substitui o seu software de planejamento

A Argus Mine não projeta fases nem estima teores. Conecta-se ao que você já tem e reconcilia o resultado.

Requer uma medição de usina independente

Sem alimentação medida no britador ou moinho, o F2 não é interpretável — e o sistema o marca como tal em vez de reportar um 1,000 tranquilizador.

O primeiro piloto

Uma fase da mina e três meses, com critérios de sucesso combinados antes de começar.

  • Com os dados que a mina já produz.
  • Sem equipamentos nem sensores novos.
  • Sem equipe permanente em campo.
Vamos conversar sobre um piloto
Continue explorando

Quanto valor a sua mina está perdendo hoje?

Cada dia em que um desvio não é detectado, explicado ou resolvido, o valor em risco continua crescendo. Comece por enxergá-lo.